Em projetos assinados por Claudia Passarini e Vanessa Paiva, e por Ana Rozenblit, do escritório Spaço Interior, o quarto se transforma em refúgio pessoal, com cantos pensados convivência, para pausa, leitura e contemplação
O dormitório deixou de ser apenas o lugar de dormir. Cada vez mais, ele assume o papel de refúgio pessoal dentro da casa — um espaço onde o tempo desacelera e a rotina encontra pausas necessárias. Nesse contexto, as salas íntimas surgem como extensões naturais do quarto, criando áreas destinadas à leitura, à contemplação, ao trabalho leve ou simplesmente ao ato de estar consigo mesmo.
Pode ser uma poltrona próxima à janela, uma mesa discreta para escrever ou até um canto banhado pela luz da manhã. À frente do escritório Paiva e Passarini Arquitetura e Design, as arquitetas Claudia Passarini e Vanessa Paiva, e a arquiteta Ana Rozenblit, do escritório Spaço Interior, exploram essa ideia em diferentes projetos residenciais, criando dormitórios que vão além da função básica.

Para a realização da sala íntima, não é necessário incorporar uma grande área do dormitório: uma lateral, de preferência próximo às esquadrias, é perfeito para destinar uma poltrona que oferece descanso e a posição ideal para a leitura.




Além da cama que contempla este dormitório, a arquiteta Ana Rozenblit ampliou as possibilidades do estar com o sofá curvo que acompanha a mesa do home office. Na privacidade do casal, eles ganharam um ambiente que os convida, antes de dormir, a conversarem sobre como foi o dia de cada um.

Nesse outro dormitório que também leva a assinatura da arquiteta Ana Rozenblit, a profundidade do dormitório permitiu que incluísse um sofá recamier, com apoio para os pés, onde o casal pode assistir televisão antes de deitar-se.
Fonte: Viva Decora

