Segundo Ministério das Relações Exteriores, não há brasileiros entre as vítimas
O Ministério de Relações Exteriores do Brasil condenou a escalada de ataques no Oriente Médio após o lançamento de mísseis pelo Hezbollah contra Israel e os ataques israelenses contra o território libanês.
A pasta afirmou que acompanha a situação com preocupação e que não há registros de brasileiros mortos nos ataques.
“Ao condenar essas ações, o Brasil apela às partes pela cessação imediata das hostilidades e insta ao cumprimento integral do acordo de cessar-fogo de 27/11/2024 e da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, escreveu o Itamaraty em nota na noite de terça-feira (3).
“As Embaixadas do Brasil no Líbano e na região mantêm contato com as respectivas comunidades brasileiras e disponibilizam recomendações nas páginas eletrônicas e mídias sociais”, completou a pasta.
Na quarta-feira (4), a mídia estatal do Irã relatou explosões no país, incluindo a oeste da capital Teerã. O exército israelense afirma ter lançado uma nova “ampla onda” de ataques conta o país, que teriam atingido “centros de comando e segurança interna”.
O que está acontecendo no Oriente Médio?
Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.
O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.
Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.
Fonte: CNN Brasil

